Ainda não começámos a tratar da nossa sala… isto, há uns anos atrás era capaz de me deixar irritada. Hoje, tento ser uma miúda ( 😉 ) mais ponderada, mais tranquila e muito menos ansiosa. Acho que tudo tem um tempo e se não conseguimos fazer o que gostaríamos dentro do tempo que desejaríamos, é porque não é suposto ser assim.

Já adiámos a pintura da sala em quase um mês. Ora está sol e nós temos outros compromissos, ora chove e não dá para nos metermos em pinturas!
Enquanto isso, aproveitamos os dias chuvosos para destralhar mais um quarto, um armário, uma gaveta, ou nem que seja apenas um dossier de papelada.
Também aproveitamos para estudar e projetar melhor a futura remodelação da sala, a disposição dos móveis e novas soluções funcionais e decorativas. Sofá para cá, mesa para lá… depois de uma manhã de experiências, ainda pouco é certo no que toca à futura organização da sala. Chego mesmo à conclusão que só retirando tudo de lá, vendo a sala completamente vazia, será possível ter uma nova visão do espaço… como uma tela em branco.
Outra fase pela qual já percebi que é importante passar – e que também aproveitei para começar – é reunir apenas os objetos com que iremos ficar e que funcionam bem na visão que temos para aquele espaço; retirar os que deturpam essa visão.

Este artigo demorou algum tempo a preparar, mas está PRONTÍSSIMO a ser partilhado.
No dia 1 de janeiro resolvemos pegar na máquina fotográfica, papel e caneta e fazer uma “listinha” de tudo o que precisa de ser arranjado/melhorado nesta casa. O Luke acompanhou a incursão, deitando-se em todas as camas e rebolando em todos os tapetes que encontrou…
Se há coisa que aprendemos o ano passado foi que, com um plano, é possível estarmos os três mais focados e em sintonia.
Este é o segundo desafio que impomos a nós mesmos – 52 tarefas para realizar este ano!
Este sim, vai ser duro!

Mais uma missão cumprida!… E a nossa casinha, já com algumas décadas, vai rejuvenescendo a pouco e pouco (há dias em que achamos demasiado pouco, mas enfim). Desta vez, dissemos adeus a um velho estore, todo amarelado, que já nos andava a atazanar há anos! Sempre que entrávamos na rua e víamos a nossa casa, lá estava ele… amarelo e feioso!