Faltando o cão, caça-se com o gato!… e nós até temos dois para essa tarefa!
Remodelar um espaço pode implicar custos avultados mas, com boa vontade e criatividade, consegue-se excelentes resultados por muito pouco. A nossa sala não tinha iluminação de teto, apenas de parede, o que a tornava pouco iluminada, de noite. No dia-a-dia não nos faz diferença mas, em dias de visitas, não dá para receber as pessoas no lusco fusco. Com o teto de madeira que nós fizemos, resolvemos parte do problema (digo “parte” porque o teto apenas ocupa metade da área da sala). Por isso, tivemos que arranjar diversas formas de trazer mais luz para este espaço – com iluminação de chão, de mesa, de parede, imbutida no teto falso e de “falso teto”, como é o caso deste candeeiro (ou abajur).

Não vou dizer muito mais sobre isto. O DIY da Ca já diz quase tudo.
Apenas que não há nada como passar tempo de qualidade com as nossas crianças (filhos, sobrinhos, amigos…), dedicar-lhes um bocadinho da nossa atenção  e fazer com elas algo que agrade a todos.
Todos os anos dedico as minhas férias de Páscoa – um fim-de-semana prolongado – às minhas “filhotas”. Pouco mais faço do que ir onde elas gostam de ir e fazer o que elas gostam de fazer, mas é uma alegria para todas! O tempo é todo nosso. Os dias até são compridos e dão para fazer muita coisa!
E como elas gostam de ir para a aldeia, local onde descobriram que a sua criatividade não tem limites, vamos para a aldeia. Avós, pais e tios estão ali por elas e para elas e deve ser por isso que não lhes faz falta televisão nem internet (embora haja). As bicicletas, o baloiço, as tendas “de índio”, a horta, as tesouras, a cola e o papel ganham aos gadgets 4-1.

Aqui está uma forma rápida de dar a volta a um tapete um pouco curto para o que se pretendia.
Nem foi preciso máquina de costura! Bastou fazer quatro borlas em linha de crochet e cosê-las aos cantos. Ficou um verdadeiro tapete de Aladino e, com mais quase 30cm, já ficou com o comprimento ideal. 😉

De volta da jardinagem conseguimos partir um vaso grande e bonito, do qual eu gostava particularmente… só a função que atribuímos agora ao prato me deixou um pouco mais feliz. Estas são as conchas que, durante anos, eu e a Ca trouxemos dos nossos passeios e brincadeiras na praia. Estão agora à entrada de casa, para nos fazer lembrar a sorte que temos em ter um mar tão bonito aqui tão perto! E quantas vezes nos esquecemos de valorizar aquilo que temos ao nosso lado?