Ora, para quem já utilizou com certeza não vou contar nada de novo mas, para esta vossa amiga que nunca gosta de ser a primeira a experimentar nada, ontem abriu-se todo um mundo novo no que toca a lavagem e secagem de roupa, principalmente daquelas peças mais chatas, que não cabem nas nossas máquinas de lavar.
A última vez que mandámos o nosso tapete branco à lavandaria – comprado baratíssimo durante umas férias no sul de Espanha (e já vão perceber a razão desta informação) –, pagámos mais de 40€. Paguei isso e achei justo, porque o tapete é grande e os custos de eletricidade, água, detergente e mão de obra têm que ser cobertos, claro! Mas havia aqui uma coisa que não deixava de me chatear: pagar este valor todas as vezes que o mandava limpar… porque o tapete custou menos do que isso! E chateia-me quando um arranjo, limpeza ou seja o que for de qualquer coisa fica mais caro do que a própria coisa… chateia-me!

Para a sala da nossa amiga recuperámos uma estante cujo próximo destino seria o lixo. Quando a vi, reparei que estava em mau estado, que já teria vindo de outro local, onde teria tido uma função muito específica. Vim a saber que veio de um sótão e fez parte de uma biblioteca pessoal (por isso aquele acabamento estranho, em bico).
Mesmo velhota, com rachas, cortes estranhos e muitos pregos, gostei logo dela! Gostei da madeira, da cor, da estrutura e da forma de encaixe peculiar das prateleiras. Achei que devíamos tentar recuperá-la pois ficaria muito bem na nova sala da Helena. Estantes estreitas são perfeitas para livros (e salas pequenas).

Mesmo as cortinas de duche de maior qualidade têm tendência a encardir, com o tempo. Por muito limpo e arrumado que esteja o nosso quarto de banho, se o cortinado estiver amarelado, nunca teremos a verdadeira sensação de limpeza. Aqui fica mais uma dica para aproveitarem durante as limpezas da primavera:

Devido à humidade própria da casa de banho é normal que, com o tempo, as juntas entre os azulejos fiquem negras. Depois de muita procura, experiências com produtos e alguma frustração, descobrimos um produto maravilhoso, que não resistimos a divulgar!!! Não, não é patrocínio da marca… é mesmo vontade nossa de partilhar este achado com vocês, malta!

Beeeem, nos últimos dias tem estado friiio!!! E parece que no fim-de-semana a temperatura vai voltar a baixar… e nós vamos ter que trabalhar no atelier, no fim-de-semana… “Noblesse oblige!“* – “Nobreza obriga!” – como dizia o Sr. Estevinho, um velho vizinho.
O sistema de aquecimento que usamos no atelier é este, uma salamandra a pellets.
Estamos muito satisfeitos. Funciona bem, não emite cheiros, pode ser instalada em qualquer local (precisa é de uma saída para o exterior, para libertar o dióxido de carbono resultante da combustão) e, embora consuma energia elétrica, é dos sistemas mais ecológicos, tendo em conta que os pellets são materiais 100% naturais e “amigos do ambiente”, pois são produzidos a partir de desperdícios de madeira e madeira resultante da limpeza de florestas.