E aqui está ela, a nossa nova bancada móvel! Se tudo correr conforme previsto, ou seja, bem, daqui para a frente aparecerá muitas vezes nos nossos vídeos e fotografias.
Com rodízios de um lado para a deslocarmos mais facilmente e pés fixos do outro para lhe dar mais estabilidade e servirem como travão, vai da oficina para a rua com a maior das facilidades. Os rodízios são uns “todo o terreno” que nos serviram para outro trabalho e que agora reaproveitámos, já que neste empedrado montanhoso que rodeia a nossa casa — a Cordilheira Cinquenta e Dois — só com uns rodízios assim!
Tem ainda uma prateleira inferior e uma extensão com dez tomadas e interruptor.
Vamos ver que maravilhas faremos nós com ela, agora! Pelo menos não haverá apelos e chamamentos para ajudar a transportar a mesa daqui para ali e dali para aqui. 😉

macramé voltou a entrar nas nossas casas e os vasos suspensos também! Adoro esta forma de trabalhar o espaço em altura e a leveza que lhe conferimos, deste modo. Já não é a primeira vez que opto por esta solução e os primeiros vasos que suspendi estão aqui.

Li algures que o Feng Shui recomenda plantas naturais no quarto de banho e, em especial, junto à janela, mas não foi por isso que me dediquei hoje a esta tarefa. Já há muito tempo que olhava para este canto do nosso “dois metros quadrados” e imaginava ali uma planta suspensa (já que todo o espaço de bancada nos faz falta), por isso fiquei feliz por saber que, ainda por cima, esta minha ideia não choca com os princípios do Feng Shui.

Nunca tinha pensado nisto, mas faz sentido: para que quartos de banho pequenos pareçam maiores devemos decorá-los num tom apenas.

E aqui fica uma sugestão para reciclagem de frascos de conservas para um quarto de banho em tons cinza, uma versão muito sóbria e cheia de estilo.

Antes de nos desfazermos de um móvel, podemos pensar em como podemos reaproveitá-lo. Existem milhões de soluções: secretárias que passam a apoiar lavatórios na casa-de-banho, cadeiras que passam a prateleiras, camas que se tornam sofás… enfim! Basta procurar na internet e ideias não faltam.
Foi quando procurava uma solução de estante (de baixo custo) para a minha sala, no atelier, que resolvi socorrer-me de todas as prateleiras e móveis antigos – alguns já desmontados e “arrumados” entre as madeiras da oficina, carregadinhos de pó – e fazer uma composição ao estilo eclético.

Beeeem, nos últimos dias tem estado friiio!!! E parece que no fim-de-semana a temperatura vai voltar a baixar… e nós vamos ter que trabalhar no atelier, no fim-de-semana… “Noblesse oblige!“* – “Nobreza obriga!” – como dizia o Sr. Estevinho, um velho vizinho.
O sistema de aquecimento que usamos no atelier é este, uma salamandra a pellets.
Estamos muito satisfeitos. Funciona bem, não emite cheiros, pode ser instalada em qualquer local (precisa é de uma saída para o exterior, para libertar o dióxido de carbono resultante da combustão) e, embora consuma energia elétrica, é dos sistemas mais ecológicos, tendo em conta que os pellets são materiais 100% naturais e “amigos do ambiente”, pois são produzidos a partir de desperdícios de madeira e madeira resultante da limpeza de florestas.

Quantos objetos temos em casa – há anos! – dos quais já nem nos lembramos, que desapareceram do nosso ângulo de visão, que deixaram de ser valorizados, passando a fazer parte da “tralha”?
Hoje recuperámos alguns deles, umas árvores de modelismo, que usámos numa maquete para um cliente, e um Trabant em miniatura, que trouxemos de uma viagem a Berlim. Que alegria!
O carro com o pinheiro em cima é uma imagem que tem aparecido recorrentemente no Pinterest mas, como contadora de histórias, achei que deveria acrescentar “outra página” e recriar também um bosque de inverno. Não só achei a ideia o máximo como achei que era a oportunidade de dignificar estes objetos esquecidos.
Depois, foi só arranjar uma placa de madeira, lixar as arestas e fixar os pinheiros com um pouco de bostik. Para os proteger usei duas campânulas compradas na Area, no verão (que normalmente estão ao serviço das obras de arte da nossa Ca).
Foram uma excelente compra pois têm sempre função nesta casa!

Mais uma missão cumprida!… E a nossa casinha, já com algumas décadas, vai rejuvenescendo a pouco e pouco (há dias em que achamos demasiado pouco, mas enfim). Desta vez, dissemos adeus a um velho estore, todo amarelado, que já nos andava a atazanar há anos! Sempre que entrávamos na rua e víamos a nossa casa, lá estava ele… amarelo e feioso!

Aproveitando o facto de uma das nossas lâmpadas fluorescentes se ter fundido, resolvemos fazer a troca, mas não por outra igual, por uma lâmpada LED. Não sabíamos bem como fazê-lo, mas depois de alguma pesquisa, fez-se luz!
Vamos partilhar o que aprendemos por forma a poupar algum tempo e neurónios a pretensos “eletricistas”, como nós.