Um destes dias, as nossas batatas doces, esquecidas no cesto das batatas, começaram a grelar. Achei a folha tão verdinha, tão bonita — em forma de ♥ — que coloquei a batata em água e deixei que continuasse a crescer.  Entretanto, levei outra para a escola, onde dou aulas de artes a crianças, e acompanhámos o seu crescimento à medida que a íamos desenhando. A alegria dos meus meninos a cada semana que passava e as hastes aumentavam!!!
As aulas acabaram e tive que trazer a nossa plantinha para o atelier. Arranjei o sítio perfeito para ela e adoro tê-la ao meu lado!

Outra artista que adoramos… a Maria Rita, escultora.
Das suas Lolitas aos livros tridimensionais, tudo o que sai das suas mãos é mágico, romântico e lindo!
Sim, temos uma Lolita cá em casa… que amamos!
E como nenhuma prateleira era suficientemente segura para tanta delicadeza, pintámos esta caixa de branco e cinza para a expôr e, ao mesmo tempo, resguardar. O branco, está de acordo com a pureza e simplicidade da obra. O cinzento, também neutro, permite-lhe destacar-se do fundo.
Só umas mãozinhas têm permissão para limpar o pó aqui… as minhas! E nunca o faço a meio de uma faxina, quando estou com o ritmo louco das limpezas. Para ela, há sempre o momento de “ora, vamos cá limpar esta beleza com mãozinhas de fada… e só esta”.

Lindas, não são?
E não gastei um tostão com elas!
Andar de carro em estradas secundárias tem esta vantagem… pára-se para tomar um café e dá-se de caras com a natureza!
Sim, tenho esta mania de apanhar “coisas” durante passeios, caminhadas ou viagens de carro. Já cheguei a parar de propósito por “ervas daninhas”…