Que dia lindo está hoje! Um quente e belo dia de sol em finais de outubro.
De hoje para amanhã já muda a hora. Às duas da manhã poderemos colocar os relógios na 1h. Para nós, cá em casa, isso não significará que vamos dormir mais uma hora, pois não somos do género dorminhoco, e o Eme até já disse: “Ok, quer dizer que amanhã acordas às 5h.” 😀
Mas num fim-de-semana como este – que sabemos que não teremos muitos mais assim daqui para a frente – o que é que podemos e devemos fazer (para além de sair de casa, dar um passeio em família, tomar um cafezinho ao ar livre,…)? Aqui ficam várias sugestões e mais aquilo que fiz hoje:

Estou na fase mais difícil do destralhanço. Aquela em que temos que dizer adeus às coisas das quais gostamos, mas para as quais já nem olhamos. Não vale a pena manter uma coisa aprisionada connosco se não é utilizada ou valorizada, certo?
Hoje disse adeus à minha impressora de tantos anos. Adorava-a, mas já usava muito pouco, cada vez menos… e impressora sem uso é para se estragar na certa. Vendi-a. Lá foi… (snif)

… É o que me ocorre dizer depois de ver a nossa mais recente “obra”.
A ideia foi terminar o canto de estudo da Ca sem gastar muito, aproveitando os restos de contraplacado que havia cá por casa (que este mês já estamos para lá de fartos de gastos! Mês duro este, não? Inscrições nisto e naquilo, mais livros de leitura obrigatória, gramáticas e dicionários de línguas pedidos já depois das aulas começarem… nunca mais acaba…).
Foi uma ginástica e tanto! Não estou a falar financeiramente (que essa também), mas conseguir fazer prateleiras jeitosas com os restos de madeira que tínhamos.
Mas — como é que se diz? — a necessidade aguça o engenho, não é?
E pronto! Nada como umas prateleiras em z para conferir mais graça ao canto, apoiar os livros à esquerda e à direita e solucionar o problema de conseguir chegar de um lado ao outro com placas pequenas.

Felizmente que este ano decidimos tratar logo de todos os materiais, trabalhos, livros, testes, papeladas e cadernos que a Ca trouxe do 6.º ano. Se tivéssemos que o fazer agora, era mais uma tarefa para nos atrapalhar e que iríamos fazer “às três pancadas”!
Setembro é sempre um mês um pouco louco por aqui… Nesta altura, lembro-me sempre do Coelhinho Branco da Alice, a correr que nem um louco e a sentir que o tempo lhe foge constantemente. Nem acredito que, não tarda, temos o Natal à porta e mais um ano a terminar… e não, não fiz tudo o que gostaria e que imaginei fazer no início deste ano… bolas! (Mas, sobre isto, conversaremos mais tarde!)