A pergunta impõe-se: que quantidade louca de madeira era aquela que apareceu no Instagram e no Facebook? Há projeto novo no 52? O que andam aqueles – nós, portanto – a fazer agora?
Comecemos pela mais nova: entre o estudo e as aulas de dança, continua a criar coisas (que nós achamos) incríveis. Nem imaginam o que esta miúda faz, sossegada no seu canto, para além de gerar caos. Em breve, tentarei arranjar um bocadinho para partilhar aqui.
Eu, estou com um novo projeto de ilustração em mãos, uma exposição de ilustração em Almeirim e um grande e novo desafio nos braços… esse, para o qual vamos precisar de toda aquela madeira.
O Marcelo, tem estado a acompanhar uma obra de remodelação de um fraldário no norte, trabalhado nos seus projetos multimedia e, tal como eu, tem estado a braços com este novo projeto, que nos está a entusiasmar muitíssimo.

“É desta que vou arrumar a minha vida e tornar a nossa casa e atelier locais de serenidade e inspiração!”
Assim começava este blog, no dia 3 de janeiro de 2016. E assim tem sido desde esse dia: arranjamos, construímos, melhoramos, substituímos, destralhamos e organizamos. Destralhar foi mesmo a palavra de ordem de 2017. E o que nós destralhámos… e continuamos a fazê-lo! Algumas divisões da nossa casa estão muito mais bonitas, arrumadas, serenas e inspiradoras. Outras, para lá caminham. O atelier teve algumas melhorias mas precisa de uma grande volta! Aliás, aproveito para partilhar que gostávamos muito que O PROJETO de 2018 fosse a remodelação completa do atelier. Ia ser o máximo! Temos milhões de ideias para este espaço… mas precisamos de parcerias… e isso é que é mais difícil de conseguir. Já contactámos algumas das nossas marcas favoritas mas não será fácil conseguir um conjunto que faça deste um projeto mesmo especial e interessante para quem nos segue. Por isso, enquanto isso, só podemos ir tentando a nossa sorte! Se vos interessar ajudar, basta partilharem a nossa página nas redes sociais, arranjar-nos mais seguidores, comentar bastante os nossos artigos, aqui, no facebook e no Instagram.

Quem já sentia falta de uma boa dica de organização? Eu. 😀
Nos últimos dias tenho estado a preparar o workshop “Organizar a Casa para Organizar a Vida”, que vai acontecer em Lisboa, na Red Apple, no próximo dia 4 de março, e, com medo de esquecer de algo que pode ser importante – algo que já assimilei na minha vida e que já faz parte das nossas rotinas – fui buscar o meu caderno de apontamentos do curso que fiz com a Priscila Sabóia (sim, que aqui a vossa amiga tem diploma de Personal Organizer!). E ainda bem que o fiz pois, na realidade, há pequenos hábitos de organização que adquirimos nesta casa, que vejo agora como foram importantes… e como pareciam ser tão estupidamente insignificantes. É o caso da arrumação dos copos. Como é que eu andei anos – ANOS! – a remexer os copos todos sempre que queria um certo e determinado copo específico que ficava no fundo do armário. Como? – pergunto-me eu agora!

Podem ser detalhes, mas “é na atenção aos detalhes que difere um trabalho mediano de um bom trabalho”. Esta foi uma das coisas mais importantes que aprendi já nos tempos da Faculdade de Belas Artes. Um detalhe pode ser muito, pode ser tudo.
O nosso novo quarto é simples, desprovido, mas com alguns pequenos detalhes que fazem dele a nossa cara e, por isso, nos sentimos aqui tão bem, entre livros, pintura, escultura, fotografia, texturas, materiais naturais, objetos dos quais gostamos, que nos ofereceram e que fizemos.
Prometemos este artigo, acerca dos detalhes que escolhemos para compor o novo ninho, e aqui estão eles!

Ora cá está o primeiro grande projeto de 2008!… ou melhor, 1/4 dele. Ou isso: um quarto. Depois de termos decidido trocar de quartos, pais e filha meteram mãos à obra no fim-de-semana do Carnaval e revolveram metade da casa. Sim, porque trocar de quartos é, na prática, trocar quatro divisões – dois quartos e dois closets. Móveis, roupas, livros, brinquedos,… tudo foi retirado do sítio, analisado (destralhado), reorganizado e tornado a arrumar. Inicialmente, o pai não estava muito a favor desta mudança nesta altura, e só foi possível convencê-lo garantindo que não seria preciso fazer pinturas agora (talvez lá mais para o verão…). Abdicámos desta tarefa e lá conseguimos arrastar o homem… a refilar um bocadinho mas, ainda assim, a fazer-nos a vontadinha! 😉