Olhando globalmente para a nossa sala ninguém diria que muitas das soluções decorativas foram executadas por nós. Desde tetos em madeira à pintura de portas, de candeeiros de parede a uma prateleira e diversos outros objetos decorativos, muito trabalhámos neste espaço! Por isso é que, agora, nos sentimos aqui tão bem. É nosso, mesmo nosso, imaginado e construído por nós, com peças executadas com muito carinho e envoltas em momentos de grande satisfação (e uma ou outra irritação, que fazem parte do processo da satisfação final).

Olá!
Se havia de andar por aqui a braços com bactérias, a semana passada foi a melhor. Foram cinco dias de luta mas já estou fresca que nem alface (com um ou dois dias). Agora, é que o trabalho vai apertar, a gestão dos horários e aulas vai começar e isto está a aquecer! A Cá está de regresso a casa e também já se prepara para o novo ano letivo (ela e nós com algumas daquelas decisões de recomeço de que vos falei há dias atrás).
Entretanto, ofereceram-nos um livro que achei muito interessante: Motivar os filhos para o estudo. A autoria é de Ana Manta, uma amiga, psicóloga especialista em desenvolvimento infantil e a mentora do blogue “Motivar os filhos para o estudo“.
Há tempos que não abordávamos um tema de organização e acho que este livro é um excelente guia para ajudarmos os nossos filhos neste novo ano escolar, com um capítulo até especificamente dedicado à organização do espaço e do tempo de estudo.

Um dia pegamos em mais uma caixa de papelada para destralhar e eis o que se descobre: fotografias de uma das nossas primeiras casas, que resolvemos “arranjar” com as nossas próprias mãos. Destralhar tem destas coisas… e, para verem que esta mania de nos armarmos em jeitosos não é mania recente, aqui está a prova.
Aos 21 anos alugámos, com mais duas colegas da faculdade, um apartamento em Alcântara a cair de velho (mas lindo!), negociando uma renda mais baixa em troca das obras (feitas por nós).

Ai, férias, férias!
A semana passada ouvi uma rubrica na Antena 3 acerca de uns estudos que concluíram que uma semana de férias é o ideal para nos libertarmos do stress e fortalecer o nosso sistema imunitário durante um mês. Mais do que uma semana em nada aumenta a nossa satisfação, dificultando – isso sim – o regresso ao trabalho e a chamada “depressão pós férias”. De facto, por todo o lado ouço queixas acerca do final das férias e do regresso ao trabalho… e, de facto, eu também sei o que isso é. Não que o esteja a sentir este ano, que não fomos nem iremos de férias. Aliás, por acaso até estamos a fazer aquilo que os estudos dizem: tirámos 4 diazitos (já contando com o fim-de-semana) em junho e mais quatro há dias. Talvez consigamos tirar mais uns três ou quatro lá para o final deste mês. E, confirmo, nem custa nada voltar ao trabalho porque nem parece que de lá saí. 🙂