No passado fim de semana fui à procura do toalheiro que ainda nos falta no quarto de banho. Depois de algum tempo a analisar as diferentes ofertas para os mais variados preços, pareceu-me que o mais indicado era um de 20€. “Perfeito!” — Pensei — “Tendo em conta que a minha segunda opção recai sobre um de 200€, este é mesmo perfeito!”. No entanto, quando ia para pagar pensei… mas porque é que, sendo os dois em aço inoxidável, haverá esta gigante diferença de preços? Voltei para trás. O mais barato tinha garantia de dois anos e o mais caro uma garantia de cinco.
“E porque é que terão garantias tão diferentes?”
Foi então que me lembrei do estado de um armário de prateleiras metálicas – baratucho, mas em aço inox (stainless steel) – que tenho no quarto de banho, enferrujado, em menos de dois anos. Hhhhmmmm…
Pedi, então, ao funcionário da loja que me explicasse a diferença entre os dois toalheiros aparentemente tão iguais… e apenas confirmei o que já todos sabemos: que, normalmente, o barato sai caro e que é provável que o material não tenha a mesma qualidade.

E aqui está ela, a nossa nova bancada móvel! Se tudo correr conforme previsto, ou seja, bem, daqui para a frente aparecerá muitas vezes nos nossos vídeos e fotografias.
Com rodízios de um lado para a deslocarmos mais facilmente e pés fixos do outro para lhe dar mais estabilidade e servirem como travão, vai da oficina para a rua com a maior das facilidades. Os rodízios são uns “todo o terreno” que nos serviram para outro trabalho e que agora reaproveitámos, já que neste empedrado montanhoso que rodeia a nossa casa — a Cordilheira Cinquenta e Dois — só com uns rodízios assim!
Tem ainda uma prateleira inferior e uma extensão com dez tomadas e interruptor.
Vamos ver que maravilhas faremos nós com ela, agora! Pelo menos não haverá apelos e chamamentos para ajudar a transportar a mesa daqui para ali e dali para aqui. 😉

macramé voltou a entrar nas nossas casas e os vasos suspensos também! Adoro esta forma de trabalhar o espaço em altura e a leveza que lhe conferimos, deste modo. Já não é a primeira vez que opto por esta solução e os primeiros vasos que suspendi estão aqui.

Li algures que o Feng Shui recomenda plantas naturais no quarto de banho e, em especial, junto à janela, mas não foi por isso que me dediquei hoje a esta tarefa. Já há muito tempo que olhava para este canto do nosso “dois metros quadrados” e imaginava ali uma planta suspensa (já que todo o espaço de bancada nos faz falta), por isso fiquei feliz por saber que, ainda por cima, esta minha ideia não choca com os princípios do Feng Shui.