Inspiradíssima pelo curso do fim-de-semana, resolvi dar uma volta aos panos de cozinha e toalhas de mesa, no sentido de os reorganizar nas gavetas. Desisti ao fim de poucos minutos… individuais com nódoas, toalhas de mesa idem, pegas queimadas, panos de cozinha a precisar de substituição… ups…

Ai, as segunda-feiras custam tanto, não é?
Principalmente, se o fim-de-semana foi passado fora de casa, num curso que durou os dois dias inteirinhos, e a nossa vida ficou um pouco suspensa…
Pois é, hoje começo a semana com a sensação de já estar com pouco tempo para aquilo que gostaria, preciso e tenho mesmo que fazer… hoje, deveria estar de folga para colocar no lugar tudo o que absorvi no fim-de-semana e organizar os dias que se seguirão daqui para a frente. Ainda por cima, hoje foi logo a abrir, com trabalho para entregar… puf!

Já vos aconteceu tirar a roupa da máquina e não sentirem cheirinho a lavado? Estar a estendê-la e sentirem até um certo cheiro a mofo? E depois, quando vão apanhá-la, o cheiro é mesmo notório? Ainda tentam passar a ferro mas a tendência é ficar cada vez mais intenso?
Detesto quando isto acontece!!! Vai ter que voltar à máquina de lavar… e a roupa suja a acumular!
Não gosto— não gosto mesmo! — de ter que fazer nova máquina de roupa com esta aparentemente limpa!
Bolas 😡
E o que é que isto quer dizer? Esta resposta já nós sabemos… a máquina está a precisar de limpeza.

Aproveitando o facto de uma das nossas lâmpadas fluorescentes se ter fundido, resolvemos fazer a troca, mas não por outra igual, por uma lâmpada LED. Não sabíamos bem como fazê-lo, mas depois de alguma pesquisa, fez-se luz!
Vamos partilhar o que aprendemos por forma a poupar algum tempo e neurónios a pretensos “eletricistas”, como nós.

Criar é tão importante para ela como respirar. Esta artista de grande sensibilidade e talento habita um mundo muito seu, onde se refugia constantemente, de onde só sai quando lhe é pedido e onde é permitida a entrada de um ou outro convidado selecionados. O seu universo é povoado de pequeníssimas reproduções da realidade e do quotidiano – utensílios domésticos,  comida e produtos de consumo diário -, por isso, esta obra que hoje partilhamos é especialmente invulgar e pouco característica do seu trabalho, mas uma das nossas favoritas. Aqui, aventurou-se no uso de materiais naturais para recriar aquela que será para si uma “grande figura” de 20x20cm, a que chamou “O pássaro”.