Desta é que foi! O Eme esmerou-se, fez uma casa feliz e são muitas as mensagens de parabéns que temos recebido através do Facebook e do Instagram. Obrigada — mesmo! — a todos os que nos acompanham e vibram com os nossos feitos!
Na realidade, muito do que fazemos, fazemo-lo por nós, pelos nossos amigos, mas sobretudo por vocês, que nos acompanham por aqui, a quem queremos mostrar que nada na bricolagem é um bicho de sete cabeças.

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Não é preciso ser-se “totó” para desconhecer a diferença, na prática, entre uma aparafusadora e um berbequim! Basta que nunca se tenha precisado destas ferramentas; basta que se tenha adquirido recentemente a primeira casa; basta que, finalmente, nos tenhamos decidido a poupar algum dinheiro não chamando um “mestre de obras” para nos colocar um quadro; ou basta até que a pessoa que habitualmente fazia isso em casa, já não o faz mais… certo?
É muito comum não existirem estas (e tantas outras) ferramentas nas nossas casas. Nos últimos tempos, fruto da existência deste blog, pudemos perceber quantos e quantos amigos nossos têm em casa pouco mais do que uma chave de fendas, e quantos têm montado móveis apenas com aquelas simples chaves hexagonais em L, e quantos têm quadros encostados a paredes e candeeiros dentro de caixas, à espera que “alguém” os coloque! É por isso que nós, decididos a cumprir a nossa palavra, começámos, então, a partilhar o que sabemos e RESOLVEMOS FAZER UM VÍDEO!
UHUUUUU!!!!
E, como temos que começar por algum lado, resolvemos começar pelo básico… as primeiras duas ferramentas que achamos que devem existir em todas as casas – uma aparafusadora e/ou um berbequim. Que diferenças há entre elas, para que servem e qual escolher na hora de comprar.
Esperamos, com este nosso primeiro vídeo de DICAS, estar a fazer um bom serviço público! Esperamos também provar que “isto da bricolagem” é tudo mais fácil do que parece e que fazer uns furos numa parede não é nada do outro mundo!
(Embora possam acontecer COISAS, que podem!)
Então, coragem, e venham connosco!
(Para ver o vídeo, clique na imagem)

 

Há uns 15 anos, numa passagem de ano em casa de um amigo, conversávamos na sala e preparávamos um fondue, enquanto o óleo aquecia na cozinha. Conversa puxa conversa, nunca mais nos lembrámos do óleo, que aqueceu tanto que incendiou. Quando, da sala, vimos o clarão que saía da cozinha, corremos para lá e já as chamas corriam por debaixo do armário de parede. Aflitos, tentámos resolver o problema como podíamos e só me lembro de alguém dizer “não deitem água, abafem o fogo!”. Assim fizemos, já não me lembro como, mas houve certamente bastantes estragos.