Na senda do destralhanço!

Estou na fase mais difícil do destralhanço. Aquela em que temos que dizer adeus às coisas das quais gostamos, mas para as quais já nem olhamos. Não vale a pena manter uma coisa aprisionada connosco se não é utilizada ou valorizada, certo?
Hoje disse adeus à minha impressora de tantos anos. Adorava-a, mas já usava muito pouco, cada vez menos… e impressora sem uso é para se estragar na certa. Vendi-a. Lá foi… (snif)

Depois, virei-me à papelada do atelier. Toneladas e toneladas, resmas e resmas de estudos, esboços e desenhos a grafite e caneta sob papel. Feita uma aturada seleção, lá foram uns quilitos de papel para a reciclagem e os que ficam estão organizados por projeto, em caixas de arquivo brancas, devidamente identificadas.
Adoro estas que têm várias espessuras, já que o volume de trabalho por projeto é muito variável. Comprámos na Staples. São caras, mas temos vindo a comprar ao longo dos anos, por isso não custa tanto. Além do mais, assim arquivado o papel fica mais protegido e não ganha tanto pó (que é coisa que por aqui não falta!); estas pastas plastificadas tornam mais fácil a limpeza do pó, o atelier parece um pouco mais arrumado e as prateleiras ganham mais luz.

 

desenhos

 

Quanto a alguns dos meus desenhos favoritos, estou a tratá-los e a colocá-los à venda através da minha página de facebook. E que grande ideia que foi! Agora os desenhos estão valorizados e podem ser admirados por muito mais gente, em outras casas.
E perdemos ainda menos, quando fazemos algum dinheiro com isso. 😉

Carlota

 

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