Depois de ficarmos um dia inteiro à espera de mais madeira, já voltámos à carga no corte das muitas pecinhas que formarão as laterais deste novo projeto – o beliche da Mia e do Lucas.
Entretanto, aproveitámos para dar o primário – a base antes da pintura. Estamos a usar tintas sintéticas e não à base de água, que são bem mais chatas de trabalhar, mas que dão um acabamento lacado muito superior.
De vez em quando, deitamos um olhinho ao que já está montado e ficamos felizes por ver que até agora tudo corre bem. 😉

Não, não é brejeirice… é isto mesmo!
Quando o tomateiro atinge cerca de 40cm de altura, aparecem uns pequenos rebentos junto aos ramos que saem do caule. Estes rebentos são chamados de “ladrões” porque roubam nutrientes que deveriam seguir para os frutos. Não pode ser, não podemos deixar que cresçam e retirem a energia à planta. Assim que eles atinjam o tamanho de um dedo, toca a cortar!

Bom, desta é que foi… atirámo-nos a uma cama! Não, não foi para descansar nem para dormir um bocadinho, mas para responder ao pedido de uns amigos. Estamos a trabalhar numa cama de sonho, ou melhor, duas… um beliche, para duas crianças lindas!
Não é uma peça fácil, mas também não é nada do outro mundo.

De volta da jardinagem conseguimos partir um vaso grande e bonito, do qual eu gostava particularmente… só a função que atribuímos agora ao prato me deixou um pouco mais feliz. Estas são as conchas que, durante anos, eu e a Ca trouxemos dos nossos passeios e brincadeiras na praia. Estão agora à entrada de casa, para nos fazer lembrar a sorte que temos em ter um mar tão bonito aqui tão perto! E quantas vezes nos esquecemos de valorizar aquilo que temos ao nosso lado?