Quem já sentia falta de uma boa dica de organização? Eu. 😀
Nos últimos dias tenho estado a preparar o workshop “Organizar a Casa para Organizar a Vida”, que vai acontecer em Lisboa, na Red Apple, no próximo dia 4 de março, e, com medo de esquecer de algo que pode ser importante – algo que já assimilei na minha vida e que já faz parte das nossas rotinas – fui buscar o meu caderno de apontamentos do curso que fiz com a Priscila Sabóia (sim, que aqui a vossa amiga tem diploma de Personal Organizer!). E ainda bem que o fiz pois, na realidade, há pequenos hábitos de organização que adquirimos nesta casa, que vejo agora como foram importantes… e como pareciam ser tão estupidamente insignificantes. É o caso da arrumação dos copos. Como é que eu andei anos – ANOS! – a remexer os copos todos sempre que queria um certo e determinado copo específico que ficava no fundo do armário. Como? – pergunto-me eu agora!

Podem ser detalhes, mas “é na atenção aos detalhes que difere um trabalho mediano de um bom trabalho”. Esta foi uma das coisas mais importantes que aprendi já nos tempos da Faculdade de Belas Artes. Um detalhe pode ser muito, pode ser tudo.
O nosso novo quarto é simples, desprovido, mas com alguns pequenos detalhes que fazem dele a nossa cara e, por isso, nos sentimos aqui tão bem, entre livros, pintura, escultura, fotografia, texturas, materiais naturais, objetos dos quais gostamos, que nos ofereceram e que fizemos.
Prometemos este artigo, acerca dos detalhes que escolhemos para compor o novo ninho, e aqui estão eles!

Ora cá está o primeiro grande projeto de 2008!… ou melhor, 1/4 dele. Ou isso: um quarto. Depois de termos decidido trocar de quartos, pais e filha meteram mãos à obra no fim-de-semana do Carnaval e revolveram metade da casa. Sim, porque trocar de quartos é, na prática, trocar quatro divisões – dois quartos e dois closets. Móveis, roupas, livros, brinquedos,… tudo foi retirado do sítio, analisado (destralhado), reorganizado e tornado a arrumar. Inicialmente, o pai não estava muito a favor desta mudança nesta altura, e só foi possível convencê-lo garantindo que não seria preciso fazer pinturas agora (talvez lá mais para o verão…). Abdicámos desta tarefa e lá conseguimos arrastar o homem… a refilar um bocadinho mas, ainda assim, a fazer-nos a vontadinha! 😉

O final de 2017, como todos os finais de ano, foi demasiado agitado para que pudéssemos parar para pensar e janeiro, como todos os janeiros, foi o mês para fazer planos, pelo que só agora conseguimos fazer um balanço correto do ano que passou e organizar ideias para este ano.

PESSOAL, PRECISAMOS DE VOCÊS! Quem se lembra desta Caixa Métrica? Quem teve uma na sua sala de aula? Queremos saber tudo acerca destas caixas, mas precisamos que nos digam coisas, mesmo que vos pareçam pouco importantes. Uma história, uma leve memória ou apenas um “sim, na minha sala havia uma” ou um “nem sabia que isso existia”… qualquer coisa, todas as informações são úteis para nós. E se soubéssemos quem as construiu, ui!, seria o máximo! Ajudem-nos a obter informações partilhando esta publicação. Quem sabe entre o vosso grupo de amigos não estará alguém cujo familiar trabalhou na construção desta peça? Comentem aqui e partilhem, partilhem, partilhem esta publicação. É importante para nós. Pode ser?