Não vou dizer muito mais sobre isto. O DIY da Ca já diz quase tudo.
Apenas que não há nada como passar tempo de qualidade com as nossas crianças (filhos, sobrinhos, amigos…), dedicar-lhes um bocadinho da nossa atenção  e fazer com elas algo que agrade a todos.
Todos os anos dedico as minhas férias de Páscoa – um fim-de-semana prolongado – às minhas “filhotas”. Pouco mais faço do que ir onde elas gostam de ir e fazer o que elas gostam de fazer, mas é uma alegria para todas! O tempo é todo nosso. Os dias até são compridos e dão para fazer muita coisa!
E como elas gostam de ir para a aldeia, local onde descobriram que a sua criatividade não tem limites, vamos para a aldeia. Avós, pais e tios estão ali por elas e para elas e deve ser por isso que não lhes faz falta televisão nem internet (embora haja). As bicicletas, o baloiço, as tendas “de índio”, a horta, as tesouras, a cola e o papel ganham aos gadgets 4-1.

Aqui está uma forma rápida de dar a volta a um tapete um pouco curto para o que se pretendia.
Nem foi preciso máquina de costura! Bastou fazer quatro borlas em linha de crochet e cosê-las aos cantos. Ficou um verdadeiro tapete de Aladino e, com mais quase 30cm, já ficou com o comprimento ideal. 😉

De volta da jardinagem conseguimos partir um vaso grande e bonito, do qual eu gostava particularmente… só a função que atribuímos agora ao prato me deixou um pouco mais feliz. Estas são as conchas que, durante anos, eu e a Ca trouxemos dos nossos passeios e brincadeiras na praia. Estão agora à entrada de casa, para nos fazer lembrar a sorte que temos em ter um mar tão bonito aqui tão perto! E quantas vezes nos esquecemos de valorizar aquilo que temos ao nosso lado?

Ando há meses para tratar das nossas plantas em vaso…
De tanto aguardar estão em sofrimento, coitadinhas. E olhem que, para catos e suculentas chegarem ao ponto as que as nossas chegaram, é preciso muita displicência e desleixo!
Ontem, a meio do dia de trabalho, já cansada dos desenhos e do computador, olhei em volta e cheguei à conclusão que faltava vida na minha sala.
Rapidamente, fui à varanda e retirei deste vaso umas suculentas sofridas.

Durante o destralhe e as arrumações da oficina, descobrimos este espelho que veio “oferecido” com um móvel de casa de banho. Nunca o utilizámos, pois achámos que não se adaptava…
Foi então que, olhando bem para ele, achei que podia dar-lhe outra hipótese… com uma reciclagem e uma volta valente, mais à nossa imagem.
Tirei-lhe as medidas;
Desenhei um molde em computador;
Levei-o ao vidraceiro e pedi que o cortassem segundo o molde;
Coloquei-lhe uma corrente;
E pendurei-o!