Há quem lhe chame “casa de banho” e quem diga que é “quarto de banho”. Parece que o nome “casa de banho” provém das “casinhas” que existiam antigamente no exterior (quintais ou varandas) da maioria das residências, e que, entretanto, com a invenção do sifão, puderam passar para o interior das nossas casas. Naturalmente, de casa de banho passou-se a quarto de banho, por ser mais um quarto, uma divisão da casa. Curioso, não? E, esta semana, é a este quarto que vamos dedicar a nossa atenção.
Mas como é que dois metros quadrados de quarto de banho de banho, que é a nossa, podem dar tanto que falar? Pois é, mas chegámos à conclusão que dão… e vamos ver se uma semana chega!

Este artigo demorou algum tempo a preparar, mas está PRONTÍSSIMO a ser partilhado.
No dia 1 de janeiro resolvemos pegar na máquina fotográfica, papel e caneta e fazer uma “listinha” de tudo o que precisa de ser arranjado/melhorado nesta casa. O Luke acompanhou a incursão, deitando-se em todas as camas e rebolando em todos os tapetes que encontrou…
Se há coisa que aprendemos o ano passado foi que, com um plano, é possível estarmos os três mais focados e em sintonia.
Este é o segundo desafio que impomos a nós mesmos – 52 tarefas para realizar este ano!
Este sim, vai ser duro!

Já mais do que uma vez foi dito que trocas, aqui no atelier, é o que mais se faz. É trocas de salas, trocas de postos de trabalho, trocas de máquinas, disto e daquilo… Teclados, ratos e mesas digitalizadoras, então… ui!… andam sempre num virote! E depois é o cabo disto, o cabo daquilo…
Não raras vezes somos apanhados deitados em cima das mesas, todos esticados, a espreitar para trás dos computadores e a perguntar “que cabo será este?”… ou de gatas, debaixo das mesas ou, então, a ligar e a desligar coisas nas portas USB até acertar com aquilo que queremos. “Ups! Desliguei o disco! Ai, não, foi a impressora! Então, mas este cabo não é do scanner?”