Pois estávamos nós, no fim-de-semana passado, de volta de um canto da sala – sim, como para a maioria das famílias, a bricolage caseira, aqui, é reservada ao fim-de-semana, já que durante a semana noblesse oblige e o patrão não perdoa –… dizia eu, estávamos nós de volta de um canto da sala, uma parte do teto, quando conseguimos dar cabo do nosso berbequim de percussão, a tentar trespassar uma viga… *F* :-X

Acreditam que esta porta foi “arranjada” quando comprámos e remodelámos a casa? Não fecha, não tem puxador, está toda quincada, as dobradiças são demasiado largas e grossas para ali, tem uma bela massa castanha a tapar os buracos e as molduras dos vidros, vidros esses que ficaram riscados (sim, porque fornecemos novos e eles foram capazes de os riscar todos!),… bom, e devo estar a esquecer-me de mais qualquer coisa.
Assim foi o “arranjo” e assim ficou.
Este é apenas um exemplo do calibre das obras que foram feitas nesta casa!!! Ah, se vos contássemos a saga que foi… e como éramos inexperientes… e se eu soubesse o que sei hoje…

E aqui está ela, a nossa nova bancada móvel! Se tudo correr conforme previsto, ou seja, bem, daqui para a frente aparecerá muitas vezes nos nossos vídeos e fotografias.
Com rodízios de um lado para a deslocarmos mais facilmente e pés fixos do outro para lhe dar mais estabilidade e servirem como travão, vai da oficina para a rua com a maior das facilidades. Os rodízios são uns “todo o terreno” que nos serviram para outro trabalho e que agora reaproveitámos, já que neste empedrado montanhoso que rodeia a nossa casa — a Cordilheira Cinquenta e Dois — só com uns rodízios assim!
Tem ainda uma prateleira inferior e uma extensão com dez tomadas e interruptor.
Vamos ver que maravilhas faremos nós com ela, agora! Pelo menos não haverá apelos e chamamentos para ajudar a transportar a mesa daqui para ali e dali para aqui. 😉

Este artigo demorou algum tempo a preparar, mas está PRONTÍSSIMO a ser partilhado.
No dia 1 de janeiro resolvemos pegar na máquina fotográfica, papel e caneta e fazer uma “listinha” de tudo o que precisa de ser arranjado/melhorado nesta casa. O Luke acompanhou a incursão, deitando-se em todas as camas e rebolando em todos os tapetes que encontrou…
Se há coisa que aprendemos o ano passado foi que, com um plano, é possível estarmos os três mais focados e em sintonia.
Este é o segundo desafio que impomos a nós mesmos – 52 tarefas para realizar este ano!
Este sim, vai ser duro!

Aproveitando o facto de uma das nossas lâmpadas fluorescentes se ter fundido, resolvemos fazer a troca, mas não por outra igual, por uma lâmpada LED. Não sabíamos bem como fazê-lo, mas depois de alguma pesquisa, fez-se luz!
Vamos partilhar o que aprendemos por forma a poupar algum tempo e neurónios a pretensos “eletricistas”, como nós.

O quarto da Ca é daquelas divisões que nunca terminamos…
A remodelação, decoração e organização deste espaço da casa tem acabado sempre com pequenas soluções de recurso, o que nos impede de encarar esta obra como terminada. Isso deve-se, não só, mas também ao facto de cada fase etária suscitar soluções de decoração, e utilização do espaço, diferentes. Ainda por cima é uma área grande, que inclui diversos espaços – para dormir, para estudar, para vestir, para brincar e de arrumação,…
Foi por isso que, quando a Ca nos falou que gostava de forrar uma parede de cortiça para colocar os seus desenhos e fotografias, a nossa primeira preocupação foi descobrir como poderíamos fazer isso sem que fosse definitivo. Como poderíamos fazer aderir a cortiça à parede sem dar cabo dela? Nem cola, nem fita biadesiva podiam ser consideradas, mas encontrámos outra solução: a cortiça foi colada a placas de pvc de 3mm (com fita de alcatifa), que depois aparafusámos (sim, aparafusámos) à parede.

Têm-nos perguntado onde compramos a madeira com que fazemos os nossos projetos, onde arranjamos uma boa tinta para paredes, onde adquirimos as nossas ferramentas e, por isso, resolvemos fazer este artigo – as cinco lojas que mais frequentamos e onde fazemos muitas das nossas compras. Não quer dizer que esta listagem não venha a mudar. É natural que, de hoje para amanhã, descubramos outras que fornecem os mesmo produtos, com a mesma qualidade e a preços mais baratos… mas, para já, são estas.

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Não é preciso ser-se “totó” para desconhecer a diferença, na prática, entre uma aparafusadora e um berbequim! Basta que nunca se tenha precisado destas ferramentas; basta que se tenha adquirido recentemente a primeira casa; basta que, finalmente, nos tenhamos decidido a poupar algum dinheiro não chamando um “mestre de obras” para nos colocar um quadro; ou basta até que a pessoa que habitualmente fazia isso em casa, já não o faz mais… certo?
É muito comum não existirem estas (e tantas outras) ferramentas nas nossas casas. Nos últimos tempos, fruto da existência deste blog, pudemos perceber quantos e quantos amigos nossos têm em casa pouco mais do que uma chave de fendas, e quantos têm montado móveis apenas com aquelas simples chaves hexagonais em L, e quantos têm quadros encostados a paredes e candeeiros dentro de caixas, à espera que “alguém” os coloque! É por isso que nós, decididos a cumprir a nossa palavra, começámos, então, a partilhar o que sabemos e RESOLVEMOS FAZER UM VÍDEO!
UHUUUUU!!!!
E, como temos que começar por algum lado, resolvemos começar pelo básico… as primeiras duas ferramentas que achamos que devem existir em todas as casas – uma aparafusadora e/ou um berbequim. Que diferenças há entre elas, para que servem e qual escolher na hora de comprar.
Esperamos, com este nosso primeiro vídeo de DICAS, estar a fazer um bom serviço público! Esperamos também provar que “isto da bricolagem” é tudo mais fácil do que parece e que fazer uns furos numa parede não é nada do outro mundo!
(Embora possam acontecer COISAS, que podem!)
Então, coragem, e venham connosco!
(Para ver o vídeo, clique na imagem)