Como se não bastasse todo um mês de junho cheio de afazeres, ainda tivemos que lidar com o stress emocional e os problemas de autoconfiança do nosso Luke. Sim, este bicho deu em marcar território em todos os cantinhos do atelier…
Não sabemos se por causa de um gato estrangeiro que por cá aparece muitas vezes, se por causa da nossa Mifi, com quem ele partilha o espaço.
Tentámos várias práticas para o demover (incluindo o uso de um difusor que, segundo dizem, reduz a marcação urinária em casa), mas nada! Este guerreiro deu em defender o seu território qual Skywalker e o seu sabre de luz (neste caso, de xixi).
Preocupados com os nossos computadores, teclados, e mobiliário, resolvemos que o nosso pequeno guerreiro teria que passar a viver lá fora, que é como quem diz “num outro espaço que não o nosso local de trabalho”.
Assim sendo, para já, desenhámos e construímos um pequeno abrigo para dormir e, ainda antes do inverno, teremos que fazer uma obra maior (que não estava nos nossos planos). Mais uma a acrescentar à nossa pequena listinha de 52 projetos para 2017!

Acreditam que esta porta foi “arranjada” quando comprámos e remodelámos a casa? Não fecha, não tem puxador, está toda quincada, as dobradiças são demasiado largas e grossas para ali, tem uma bela massa castanha a tapar os buracos e as molduras dos vidros, vidros esses que ficaram riscados (sim, porque fornecemos novos e eles foram capazes de os riscar todos!),… bom, e devo estar a esquecer-me de mais qualquer coisa.
Assim foi o “arranjo” e assim ficou.
Este é apenas um exemplo do calibre das obras que foram feitas nesta casa!!! Ah, se vos contássemos a saga que foi… e como éramos inexperientes… e se eu soubesse o que sei hoje…

Agora sim, a entrada do atelier está à maneira!
Enquanto um pintava estrelas e passarinhos, o outro investia em mais uma das suas visões – o nosso logotipo em tamanho gigante! E digam lá que não ficou fixe!

Não vou dizer muito mais sobre isto. O DIY da Ca já diz quase tudo.
Apenas que não há nada como passar tempo de qualidade com as nossas crianças (filhos, sobrinhos, amigos…), dedicar-lhes um bocadinho da nossa atenção  e fazer com elas algo que agrade a todos.
Todos os anos dedico as minhas férias de Páscoa – um fim-de-semana prolongado – às minhas “filhotas”. Pouco mais faço do que ir onde elas gostam de ir e fazer o que elas gostam de fazer, mas é uma alegria para todas! O tempo é todo nosso. Os dias até são compridos e dão para fazer muita coisa!
E como elas gostam de ir para a aldeia, local onde descobriram que a sua criatividade não tem limites, vamos para a aldeia. Avós, pais e tios estão ali por elas e para elas e deve ser por isso que não lhes faz falta televisão nem internet (embora haja). As bicicletas, o baloiço, as tendas “de índio”, a horta, as tesouras, a cola e o papel ganham aos gadgets 4-1.