Malta (mais miúdas do que miúdos…),
ando louca com borlas e pompons!
De qualquer coisa velha e sem graça se faz uma nova, mais divertida! – Lençóis, mantinhas, fronhas de almofada, sacos de pano, tapetes (como este)… e até nas maçanetas das portas!
A propósito do último artigo houve quem tivesse pedido para ver melhor as tais almofadas, às quais acrescentei umas borlas pretas.
Pois aqui está o que fiz!

E assim vai a obra na nossa sala…
Depois de termos tirado os estores de uma janela grande, agora, para além de termos tirado também os de uma janela mais pequena, colocámos teto falso em madeira, com iluminação.
Quanto aos estores, já justificámos a sua retirada pelo dificuldade que tínhamos em mantê-los lavados. Além do mais, numa sala com marquise, terraço e muitas janelas, onde a luz entra sem cerimónias, já não se justificava a presença dos estores. As caixas (interiores) deixavam passar o frio e o calor e sentíamos até correntes de ar.
Quanto ao teto falso, permitiu-nos resolver dois problemas: tapar e isolar a zona da caixa do estore e acrescentar iluminação de teto, que era coisa que esta sala não tinha. Além do mais, o novo teto conduz a luz natural, que entra pela pequena janela, para o interior.

É muito usual ver cabos de carregadores neste estado, a desfazer-se junto ao terminal. Nós temos um assim.
No outro dia dei com ele com esta solução: uma palha a envolver a área fragilizada. Foi a Cá que descobriu, algures na internet.
É só cortar uma palhinha no comprimento, fazer outro corte longitudinal e encaixar no cabo.
Neste caso, como estava um pouco larga, a Cá colocou duas e a de dentro ficou um pouco mais apertada. Também se pode apertar a palhinha e colocar um pouco de fita-cola (ou uma washi tape toda giraça). Se não quisermos mesmo que saia do lugar, também se pode aquecer com um secador de cabelo até derreter um pouco e aderir ao cabo, mas nós não fomos tão longe…

Que brincadeira mais divertida! O que nós adoramos estes momentos em família… sempre a inventar, claro!
Desta vez resolvemos tirar o baloiço de debaixo do telheiro para fazer dele um refúgio de verão. Sim, lembram-se deste baloiço? Já o fizémos há uns anos, com uma palete, cinco traves e alguns parafusos. Coisa mais simples do mundo!!!

Como se não bastasse todo um mês de junho cheio de afazeres, ainda tivemos que lidar com o stress emocional e os problemas de autoconfiança do nosso Luke. Sim, este bicho deu em marcar território em todos os cantinhos do atelier…
Não sabemos se por causa de um gato estrangeiro que por cá aparece muitas vezes, se por causa da nossa Mifi, com quem ele partilha o espaço.
Tentámos várias práticas para o demover (incluindo o uso de um difusor que, segundo dizem, reduz a marcação urinária em casa), mas nada! Este guerreiro deu em defender o seu território qual Skywalker e o seu sabre de luz (neste caso, de xixi).
Preocupados com os nossos computadores, teclados, e mobiliário, resolvemos que o nosso pequeno guerreiro teria que passar a viver lá fora, que é como quem diz “num outro espaço que não o nosso local de trabalho”.
Assim sendo, para já, desenhámos e construímos um pequeno abrigo para dormir e, ainda antes do inverno, teremos que fazer uma obra maior (que não estava nos nossos planos). Mais uma a acrescentar à nossa pequena listinha de 52 projetos para 2017!