Acreditam que esta porta foi “arranjada” quando comprámos e remodelámos a casa? Não fecha, não tem puxador, está toda quincada, as dobradiças são demasiado largas e grossas para ali, tem uma bela massa castanha a tapar os buracos e as molduras dos vidros, vidros esses que ficaram riscados (sim, porque fornecemos novos e eles foram capazes de os riscar todos!),… bom, e devo estar a esquecer-me de mais qualquer coisa.
Assim foi o “arranjo” e assim ficou.
Este é apenas um exemplo do calibre das obras que foram feitas nesta casa!!! Ah, se vos contássemos a saga que foi… e como éramos inexperientes… e se eu soubesse o que sei hoje…

Agora sim, a entrada do atelier está à maneira!
Enquanto um pintava estrelas e passarinhos, o outro investia em mais uma das suas visões – o nosso logotipo em tamanho gigante! E digam lá que não ficou fixe!

Não vou dizer muito mais sobre isto. O DIY da Ca já diz quase tudo.
Apenas que não há nada como passar tempo de qualidade com as nossas crianças (filhos, sobrinhos, amigos…), dedicar-lhes um bocadinho da nossa atenção  e fazer com elas algo que agrade a todos.
Todos os anos dedico as minhas férias de Páscoa – um fim-de-semana prolongado – às minhas “filhotas”. Pouco mais faço do que ir onde elas gostam de ir e fazer o que elas gostam de fazer, mas é uma alegria para todas! O tempo é todo nosso. Os dias até são compridos e dão para fazer muita coisa!
E como elas gostam de ir para a aldeia, local onde descobriram que a sua criatividade não tem limites, vamos para a aldeia. Avós, pais e tios estão ali por elas e para elas e deve ser por isso que não lhes faz falta televisão nem internet (embora haja). As bicicletas, o baloiço, as tendas “de índio”, a horta, as tesouras, a cola e o papel ganham aos gadgets 4-1.

HIP, HIP, URRAAA para os projetos baratos, rápidos e fáceis de fazer!!!
Eu estou absolutamente in love ♥ com o nosso novo suporte de vasos!
Já há tempos que queria um e até já tinha visto à venda, mas não ao preço a que este nos ficou – 4,20€! Além disso, é mesmo bom olhar em volta, na nossa casa, e sentir que ela tem muito de nós, tem a nossa mãozinha aqui e ali.

Finalmente vamos tratar da nossa sala! Dez anos depois de uma obra que, devo dizer, ficou muito mal amanhada, e com a qual não ficámos nada satisfeitos (tinta reles nas paredes, portas mal decapadas, mal arranjadas e ainda pior envernizadas,…) voltamos a dedicar-nos a esta divisão da casa. Ao longo dos anos temos vindo a repintar, nós mesmo, todas as outras divisões (com tinta de qualidade) e já só faltava esta.
Entretanto, andamos a acertar agulhas com o projeto e confesso que já não me lembrava como, em matéria de decoração, eu e o Eme estamos muitas vezes em desacordo…

E aqui está ela, a nossa nova bancada móvel! Se tudo correr conforme previsto, ou seja, bem, daqui para a frente aparecerá muitas vezes nos nossos vídeos e fotografias.
Com rodízios de um lado para a deslocarmos mais facilmente e pés fixos do outro para lhe dar mais estabilidade e servirem como travão, vai da oficina para a rua com a maior das facilidades. Os rodízios são uns “todo o terreno” que nos serviram para outro trabalho e que agora reaproveitámos, já que neste empedrado montanhoso que rodeia a nossa casa — a Cordilheira Cinquenta e Dois — só com uns rodízios assim!
Tem ainda uma prateleira inferior e uma extensão com dez tomadas e interruptor.
Vamos ver que maravilhas faremos nós com ela, agora! Pelo menos não haverá apelos e chamamentos para ajudar a transportar a mesa daqui para ali e dali para aqui. 😉

macramé voltou a entrar nas nossas casas e os vasos suspensos também! Adoro esta forma de trabalhar o espaço em altura e a leveza que lhe conferimos, deste modo. Já não é a primeira vez que opto por esta solução e os primeiros vasos que suspendi estão aqui.

Li algures que o Feng Shui recomenda plantas naturais no quarto de banho e, em especial, junto à janela, mas não foi por isso que me dediquei hoje a esta tarefa. Já há muito tempo que olhava para este canto do nosso “dois metros quadrados” e imaginava ali uma planta suspensa (já que todo o espaço de bancada nos faz falta), por isso fiquei feliz por saber que, ainda por cima, esta minha ideia não choca com os princípios do Feng Shui.