Pois é… há algumas semanas que não partilhávamos o nosso “destralhanço”.
Praticamente a chegar a meio do ano, confesso que está cada vez mais difícil fazê-lo diariamente… mas lá continuamos, “firmes e hirtos que nem uma barra de ferro”!
Nem todos os dias tomámos uma decisão, mas houve uns em que o fizémos a dobrar, a triplicar… e até a decuplicar… e mais! Deu para todos os dias das últimas semanas.

Nós cá continuamos… a oferecer, a vender, a deitar fora,…

Nas últimas duas semanas houve dias em que descansámos e não tomámos qualquer decisão, mas outros houve em que nos desapegámos de coisas “como se não houvesse amanhã”!… e está bem, as nossas regras quem faz somos nós, sem nunca nos afastarmos do objetivo imposto: um objeto por dia até ao final do ano.
Assim sendo, saíram cá de casa:

Já adiámos a pintura da sala em quase um mês. Ora está sol e nós temos outros compromissos, ora chove e não dá para nos metermos em pinturas!
Enquanto isso, aproveitamos os dias chuvosos para destralhar mais um quarto, um armário, uma gaveta, ou nem que seja apenas um dossier de papelada.
Também aproveitamos para estudar e projetar melhor a futura remodelação da sala, a disposição dos móveis e novas soluções funcionais e decorativas. Sofá para cá, mesa para lá… depois de uma manhã de experiências, ainda pouco é certo no que toca à futura organização da sala. Chego mesmo à conclusão que só retirando tudo de lá, vendo a sala completamente vazia, será possível ter uma nova visão do espaço… como uma tela em branco.
Outra fase pela qual já percebi que é importante passar – e que também aproveitei para começar – é reunir apenas os objetos com que iremos ficar e que funcionam bem na visão que temos para aquele espaço; retirar os que deturpam essa visão.

Ah, se soubessem como eu odeio estes ovinhos!!! Felizmente a nossa destralhadora mais nova resolveu desfazer-se de alguns. Tenho a certeza que há por lá mais – perdidos – lá pelo sítio de onde estes vieram… mas isto é já um bom começo!
E chaves?? Quantas temos espalhadas pela casa que nem sequer sabemos de onde são? E aquelas que continuamos a guardar depois de termos alterado a fechadura?
E atacadores, senhores?!! Para quê guardar atacadores que retirámos de uns sapatos porque não gostávamos deles… ou continuar a guardar atacadores suplentes de calçado que até já foi para o lixo? Ou que são grandes demais, pequenos demais… ou muito feios?

Porquê…
… manter cinzeiros em casa, se ninguém fuma cá dentro?
… insistir em manter uma blusa que adoramos mas que não conseguimos usar porque cada vez que pegamos nela só vemos as manchas que o desodorizante criou?
… tantas taças de vidro e tantas formas de bolo?????
… os pratos da Kitty se já não há festa de crianças cá em casa?
… uma tampa de saleiro se o próprio do dito já desapareceu há muito?
… manter duas versões em duas línguas do mesmo livro?

E esta semana, considerámos que estão a mais:

Domingo – Amostras de produtos -> lixo
Segunda-feira – Taça de vidro -> doação
Terça-feira – Móvel de CD’s -> venda/doação
Quarta-feira – Móvel de prateleiras -> venda
Quinta-feira – Blocos de notas -> doação (em família)
Sexta-feira – Pantufas -> doação (em família)
Sábado – Telemóvel -> doação (em família)