1 de Dezembro. Para a maioria é dia de espalhar o espírito de Natal pela casa.
Por aqui, também estamos a deixar para trás as vibes de outono e a passar para as de inverno (faltam apenas 20 dias). Mas o outono chegou tarde e ainda se fez sentir tão pouco, que nós queremos mais. E, este ano, a nossa casa vai-se engalanar de verde, preto, vermelho e um outonal caramelo.

Adiámos esta publicação o mais que pudemos… estamos sem a nossa querida máquina fotográfica, que, nos últimos tempos, trabalhou, trabalhou, até ficar sem bateria… porque demos sumiço ao carregador! Já procurámos por todo o lado e até vimos o preço de um novo, mas – ups! 😵 – vamos ter que procurar mais afincadamente… Assim sendo, usámos o telemóvel e demos o nosso melhor! Esperamos que gostem!

Pois é, esta casa tem tantas melhorias para fazer que o orçamento por divisão é limitadíssimo. As obras vão sendo feitas na medida das possibilidades, mês a mês. A última remodelação, um pequeno hall entre a sala, a cozinha e o escritório, coincidiu com setembro, um mês de muitas despesas – o regresso às aulas, a compra de material escolar, a inscrição em atividades,… – por isso, não havia grande margem para compras. Investimos na tinta para as paredes e teto e tudo o resto já tínhamos ou foi feito por nós. Foi o que aconteceu com o abajur vermelho que existia antes neste espaço mas que, agora, não se adequa ao estilo pretendido. Precisávamos de uma nova solução. Ainda namorámos uns quantos candeeiros… a preços variados… mas, depois de fazer contas, desistimos e resolvemos reciclar o tal abajur vermelho. E foi o melhor que fizemos pois, assim, mantivemos o estilo já criado para a sala.

Quem nos acompanha no Instagram sabe que esta obra não começou ontem. Mesmo tratando-se de uma área mínima, este espaço não foi tão fácil quanto parece. Da discussão entre “rosa” e “nude” à decoração final, houve que ultrapassar muitas dúvidas e tomar decisões difíceis, mas o resultado aí está: o nosso novo nude e bohemian hall!

Vamos na terceira parte e ainda não é tudo! Já se deve começar a perceber porque é que a obra desta sala demorou tanto. Puf!
O armário branco, parte da primeira mobília dos meus pais, que já veio de Moçambique de navio, que tem mais de quarenta anos… como abdicar dele?
Esse ficou, mas rodeado de muitas outras peças criadas por nós (muito DIY por aqui): o candeeiro de parede, os quadros, a tela,… e um desvario do Marcelo, que eu A-M-O!!. Já vão ver o que é.