Semana 52 de 2016!

Eis que chegámos à 52ª semana de 2016!
Está na hora de fazer um balanço… e está a ser feito, só não vamos partilhar já. Vamos deixar este assunto mais para o final desta semana.
Até lá, em jeito de introdução decidimos partilhar aqui, durante os próximos dias, ideias ou dicas que fazem parte do nosso percurso de aprendizagem durante estas 52 semanas. Preparados/as? Vamos a isso!

NAS ÚLTIMAS 52 SEMANAS aprendemos a ser mais atentos aos pormenores e mais exigentes connosco.
Sempre que há festa cá em casa, o aparador da sala serve de mesa de apoio a doces, salgados, pratos e pratinhos, óculos, telemóveis e outros objetos que ali se vão depositando ao longo do dia… sem regra, sentido estético ou sensibilidade decorativa. Ora, como móvel dos anos 70, já vindo de África, “herdado” dos meus pais, não podia deixar de ser o meu elemento favorito da sala… e é por isso que não merece, em dias festivos, deixar-se “desaparecer” no meio de tanta festa.
Este Natal fiz questão de manter a sua decoração intacta, não permitindo que o excesso de iguarias e gadgets se sobrepusessem àquilo que torna a nossa sala um espaço bonito, aconchegante, elegante e reflexo de quem nós somos.
E como conseguimos esse feito?

 

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  1. Para começar, além dos objetos usuais em cima do aparador, temos um objeto bem antigo, com a mesma idade do móvel – a nossa máquina de projetar película –, a qual se impôs no espaço e se deu ao respeito pela sua fragilidade;
  2. Uma gambiarra de micro-luzinhas cirandava por entre os objetos, desmotivando qualquer um de colocar as suas tralhinhas em cima; 😀
  3. Para além da mesa de refeição, foi improvisada uma outra mesa só para as iguarias natalícias, doces e salgados. Ainda assim, quando já estava a ficar cheia, houve quem sugerisse “passarmos ao aparador”. Não, no aparador não. Não cabe mais fica na cozinha. Vai-se buscar mais tarde.
  4. Arranjámos espaço, num outro móvel pequeno, para a família poder colocar telemóveis, tablets e máquinas fotográficas (com uma ficha tripla perto e tudo, pois há sempre quem necessite de carregar o equipamento) e, assim, também não se andava sempre a perguntar “Onde é que eu pus o meu telemóvel? Alguém viu?”
  5. Por fim, casacos e malas tiveram o seu espaço no escritório, onde até colocámos um charriot e cabides.

Isto tudo dito assim até parece que se viveu um regime ditatorial nesta casa… 😀 Não, nem pensar. Nem sequer foi preciso verbalizar nada. Parece que o espaço falava por si. A família admirou as plantinhas “que até parecem de plástico”, pôde contar uma história a propósito de uma máquina antiga que também lá tem em casa, pôde apreciar o cartaz que fez parte de uma exposição integrada nas Comemorações do Centenário da República e comentar o texto de Jaime Cortesão, quis saber qual a técnica usada para fazer a ilustração…

 

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E se há coisa que eu adoro no Natal são as luzinhas… transmitem uma paz… uma tranquilidade…
À noite, deitada no sofá, apago todas e deixo só as decorativas.

 

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Ao lado do nosso DIY deste Natal, duas ou três revistas e um livro com imagens bonitas, para quem quiser pegar e folhear…
As plantas e o cesto são o elemento natural que não podíamos deixar de ter em cima do móvel… tem tudo a ver connosco… natureza e materiais naturais.

 

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E não é que resultou? O aparador esteve sempre lá, arrumado, lindo, iluminado com as luzinhas, inspirador de conversas e reflexo de nós.

Carlota

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