Se é para fazer, faça-se bem feito!

Em princípio seria uma pequena área da casa, pouco mais de dois metros quadrados, fácil de arrumar…
Tirei tudo da divisão e iniciei uma seleção rigorosa segundo quatro critérios:

🙂

🙁

fará alguém 🙂

mundo + 🙂

ou seja,

essencial (mesmo!)

estragado / avariado

fará alguém feliz

reciclagem

Quando arrumamos a casa, arrumamos assuntos e o passado. Desta lavandaria saíram dois aspiradores avariados com os respetivos tubos, escovas, filtros e sacos de lixo e mais dois ferros de engomar, também avariados. Resumindo, tinha seis destes eletrodomésticos em pouco mais de dois metros quadrados. Aguardavam há anos uma ida à loja de arranjos para obter a confirmação “não tem arranjo”. Ficaram logo lá para a reciclagem. Assunto arrumado!
Segundo os meus critérios de arrumação saíram ainda daqui dois grandes sacos de lixo, uma dezena de abajures, dois aquários (sem peixes :-b ), um monte de tapetes velhos e uma série de outros diversos objetos.

Orgulhosa do feito, limpei os 🙂 muito bem, coloquei-os nas respetivas caixas (que já possuía), organizei os detergentes por função e voltei a arrumar tudo nas prateleiras.
Um dia de trabalho!
Eis que chega a Ca e eu, orgulhosa…
— Então? Está bom não está?
— Sim… está. Esse armário é que podia ser pintado. Parece assim… velho.
— Hm. — Caí em mim. — Realmente, isto podia estar melhor. O armário não sei, mas o teto devia ser pintado…
— São as paredes. — Disse o pai — Não gosto nada desses azulejos antigos pintados de branco.

(Shame on you, Carlota…)

Bom, tira-se tudo de novo e, se é para fazer, QUE SE FAÇA BEM FEITO!

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