Apesar de já antes termos tido dias de muito calor e de hoje as temperaturas até baixarem, o verão chegou oficialmente esta semana. Olá, verão!
Nós gostamos dos dias compridos e desta luz que entra na nossa casa logo pela manhã (principalmente, depois de termos retirado os estores da sala)! Gostamos dos refrescos que fazemos com as ervas do jardim e da fruta vermelhinha, portuguesa e biológica. Pode até nem tudo correr bem ao longo do nosso dia (como um verniz que colocámos, ontem, em cima de uma peça encerada… 😱), mas esta luz, uma peça de fruta madura ou uma tisana fresquinha são o suficiente para levantar a moral!

Todos os dias o mesmo filme…

M – “Viste o meu carregador?”
C – “Não.”
M – “Podes emprestar-me o teu?”
C – “Ok mas, depois, se faz favor de devolver!”
M – “Sim, mas não será este o meu?”
C – “NÃO… esse é o meu e anda sempre comigo.”
M – “Hm…”

Quem me conhece, sabe que sou feliz a criar… ou, mais despretensiosamente, a inventar.
Quem me conhece, sabe que se sou ainda mais feliz se o fizer em família.
E mais não digo… porque o vídeo diz tudo deste nosso novo projeto familiar.

Junho… chegámos.
Este é um mês que – todos os anos! – tem a particularidade de me levar ao limite. É o final das aulas, a festa da escola, os espetáculos de dança da Cá, a festa do seu aniversário, a exposição dos trabalhos dos meus meninos das artes, a festa das extracurriculares, o curso de ilustração para adultos, a Feira do Livro, a preparação da próxima época (o pós-verão, a aproximação do Natal, o início de mais 6, 7 meses de trabalho intenso no mercado editorial)… tudo, eventos que requerem muito trabalho de preparação e alguma ansiedade.
Confesso que é um mês que, antes de começar, já lhe desejo ver o fim… embora vibre com cada um dos seus momentos e me sinta recheadinha de entusiasmo e emoção (mas é toda uma emoção que cansa!).

Pois estávamos nós, no fim-de-semana passado, de volta de um canto da sala – sim, como para a maioria das famílias, a bricolage caseira, aqui, é reservada ao fim-de-semana, já que durante a semana noblesse oblige e o patrão não perdoa –… dizia eu, estávamos nós de volta de um canto da sala, uma parte do teto, quando conseguimos dar cabo do nosso berbequim de percussão, a tentar trespassar uma viga… *F* :-X

Acreditam que esta porta foi “arranjada” quando comprámos e remodelámos a casa? Não fecha, não tem puxador, está toda quincada, as dobradiças são demasiado largas e grossas para ali, tem uma bela massa castanha a tapar os buracos e as molduras dos vidros, vidros esses que ficaram riscados (sim, porque fornecemos novos e eles foram capazes de os riscar todos!),… bom, e devo estar a esquecer-me de mais qualquer coisa.
Assim foi o “arranjo” e assim ficou.
Este é apenas um exemplo do calibre das obras que foram feitas nesta casa!!! Ah, se vos contássemos a saga que foi… e como éramos inexperientes… e se eu soubesse o que sei hoje…

Agora sim, a entrada do atelier está à maneira!
Enquanto um pintava estrelas e passarinhos, o outro investia em mais uma das suas visões – o nosso logotipo em tamanho gigante! E digam lá que não ficou fixe!

 

Oi, malta!
Sabemos que vocês, tal como nós, gostam de saber “como se faz”, gostam de aprender, tirar ideias e, inclusivamente, melhorá-las. Nós achamos isso ótimo!… até porque uma parte do que nós vamos fazendo, também aprendemos com outros, com blogues que seguimos e com vídeos que vemos. Depois, há uma forte componente em cada projeto que depende de nós, da nossa criatividade, da nossa prática – de muitas experiências que correm mal, outras bem – e do nosso engenho.